O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), realiza ações de dragagem preventiva, sinalização náutica e monitoramento hidrológico das hidrovias amazônicas, para garantir a navegação e a segurança das embarcações que passam por ali, mas também as operações das agências-barco da Caixa Econômica Federal e do INSS. Esses barcos são os responsáveis por levar serviços bancários, previdenciários e sociais a regiões sem acesso terrestre contínuo e, muitas vezes, são a única forma desses serviços chegarem à população.
O funcionamento dessas agências-barco permite o transporte de equipes multidisciplinares responsáveis por pagamentos, perícias, orientações sociais e demais atendimentos que, para muitos ribeirinhos, só se tornam possíveis com a chegada das embarcações. O serviço também fortalece o acesso a políticas públicas, e amplia a presença do Estado nos territórios mais distantes da região Norte.
Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, essa infraestrutura fluvial é decisiva para ampliar direitos. “Quando mantemos dragagens e sinalização em dia, asseguramos muito mais que infraestrutura, garantimos que serviços essenciais cheguem a quem depende do rio para viver”, afirmou.
Segundo o secretário Nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Burlier, esse é um trabalho contínuo. “Do monitoramento às dragagens, o objetivo é um só: manter a navegação ativa. É isso que garante que alimentos, remédios, combustíveis e políticas públicas cheguem a quem depende do rio”, destacou.

Agências-barco
Em áreas sem acesso terrestre, as agências-barco permitem que equipes da Caixa e do INSS realizem abertura de contas, renegociação de dívidas, microcrédito, atualização cadastral, perícias e orientações para acessar direitos e benefícios.
Cada embarcação segue rotas de até 28 dias, com calendários divulgados mensalmente. Para se ter uma ideia da relevância dessa iniciativa, entre janeiro de 2022 e outubro de 2025, foram registrados 188,7 mil atendimentos, alcançando mais de 645 mil pessoas.

“A Agência-Barco Chico Mendes representa um marco de inclusão e cidadania ao levar os serviços da Caixa às populações ribeirinhas do Amazonas. Navegando pelos rios da região, a agência itinerante proporciona acesso bancário a comunidades distantes, que muitas vezes não contam com infraestrutura urbana”, destaca Jorineide Vasconcelos, superintendente da Caixa no estado.
Na Ilha do Marajó, no Pará, a embarcação somou 105,5 mil atendimentos em municípios como Ponta de Pedras, Afuá, Anajás e Curralinho.
Para o superintendente da Caixa no Pará, André Vicente Cursino Raposo, o Barco Ilha do Marajó representa muito mais do que um ponto de atendimento itinerante. “Muito nos orgulha poder fazer isso de maneira pessoal e qualificada, levando a Caixa a regiões remotas, que merecem a mesma qualidade de atendimento que qualquer outra cidade”, concluiu.
O modelo foi ampliado em 2025 com o Acordo de Cooperação Técnica entre Caixa e INSS, que integrou as equipes e deve alcançar 140 comunidades até o fim do ano.
A atuação conjunta entre MPor, Dnit, Caixa e INSS consolida uma política pública contínua para a região Norte. A manutenção das hidrovias e a ampliação dos serviços fluviais asseguram operações regulares e fortalecem o alcance das políticas sociais, garantindo que a navegação siga como eixo estratégico para levar cidadania, inclusão e desenvolvimento às comunidades ribeirinhas.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
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