Representantes da Fundação Escola de Saúde de Palmas (Fesp) marcam presença em eventos nacionais no campo da medicina, trata-se do Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade, em Fortaleza (CE), que começou nesta quarta-feira, 20, e vai até o dia 23, além da participação no Seminário Nacional de Residência Médica, realizado na última segunda e terça-feira, 18 e 19 em Brasília (DF).
As médicas de família e comunidade Gecilda Vale Cavalcante e Patrícia Castro dos Santos, respectivamente, coordenadora e supervisora do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade (PRMFC), representaram a Fesp na 17ª edição do Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade.
“O congresso acontece a cada dois anos e é um marco, uma oportunidade para atualização para todos que trabalham na área de saúde da família. Estamos aqui para trocar conhecimentos e relatar as experiências exitosas que temos vivido no município de Palmas. Estamos representando nossa residência médica em nível nacional, com trabalhos científicos e buscando aprimorar e atualizar nossos conhecimentos para melhorar os trabalhos realizados na Capital”, ressaltou Gecilda.
Fernanda Rosa, médica e supervisora do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade (PRMFC) da Fesp, foi a representante da instituição no Seminário Nacional de Residência Médica e destacou a importância da residência. “O programa de residência médica é largamente reconhecido como padrão ouro de formação de médicos, apoiados por preceptores de alta qualificação técnica. A residência é importante, pois amplia a quantidade e assegura a melhora da qualidade do atendimento à população, formando profissionais especialistas que atendam as demandas das regiões.”
Um dos principais tópicos abordados no seminário foi a política nacional para residência médica, que está sendo construída coletivamente com Ministério da Saúde (MS), Ministério da Educação (MEC), Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), Comissões Estaduais de Residência Médica (CEREM), gestores de saúde, preceptores como representantes de escolas de saúde pública, coordenadores, supervisores de programas de residência e residentes.
“A política nacional para residência médica é essencial para gestores, coordenadores de programas, preceptores, residentes, pois assegura investimentos nesses programas e aborda questões relacionadas à carreira e investimentos nos residentes, preceptores e programas de residência, bem como direitos e responsabilidades dos residentes”, explicou Fernanda Rosa.
A participação das médicas nos eventos reforçam o compromisso da prefeitura de Palmas, por meio da Fesp, e da Secretaria Municipal da Saúde (Semus) de acompanhar as discussões e atualizações no campo da medicina. Com a finalidade de contribuir para a melhor formação dos residentes e profissionais da saúde, e, consequentemente, visa a melhoria do atendimento à população palmense.
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