Você sabia que um em cada cinco jovens utiliza cigarro eletrônico no Brasil? A maioria deles são homens de 18 a 24 anos. E foi com bases nesses números que aproximadamente trezentos alunos do Centro de Ensino Médio Castro Alves participaram na manhã desta terça-feira, 6, de uma palestra sobre tratamento do tabagismo e outras drogas, dentro da Semana Municipal de Conscientização e Prevenção ao Uso de Álcool e outras Drogas, promovida pela Fundação Municipal de Juventude de Palmas (FJP).
Esses dados fazem parte do relatório que apresenta os resultados do Covitel - Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas não Transmissíveis em Tempos de Pandemia, realizado pela Vital Strategies e pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel).
Bate-papo
O bate-papo com os alunos foi conduzido pela inspetora da Vigilância Sanitária, Gizella Diniz com o tema ‘Verdades sobre o cigarro eletrônico’, em que foi apresentado os riscos dos produtos fumígenos derivados ou não do tabaco. Na oportunidade a palestrante mostrou a evolução do cigarro eletrônico que já chegou a 4ª geração, bem como as implicações e consequências na saúde para quem utiliza este dispositivo.
De acordo Gizella os dispositivos eletrônicos para fumar também matam. “Eles contêm substâncias tóxicas que podem causar câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares. E a maioria contém aditivos com sabores, substâncias tóxicas e nicotina, que é a droga que causa dependência", pontuou.
Durante a apresentação, um dado divulgado pela Universidade de São Paulo (USP) chamou atenção dos alunos, que afirma que pessoas que utilizam E-Cigar tem 42% de chances de sofrer um infarto, e que um E-Cigar de 50mg possui quantidade de nicotina equivalente a três maços de cigarro. Em seguida os estudantes se dirigiram ao pátio da escola, onde conheceram diversos produtos apreendidos pela Vigilância Sanitária derivados ou não do tabaco, como cigarro eletrônico, rapé, tabaco, charutos, palheiros, dentre outros.
A coordenadora pedagógica do Centro de Ensino Médio Castro Alves, Ana Selma, elogiou a iniciativa da Fundação Municipal de Juventude de Palmas. Ela acredita que o bate-papo com os alunos trouxe um rico aprendizado e mais conscientização sobre os produtos fumígenos que causam mal à saúde.
É o que defende o coordenador da Semana Nacional de Conscientização e Prevenção ao uso de Álcool e outras Drogas, Lucas Justino, que ressalta a importância de levar esse conhecimento aos jovens que estão expostos mais facilmente aos produtos fumígenos e as diversas bebidas alcoólicas. "Essa conscientização e prevenção nas escolas através de um papo reto, do diálogo, pode mudar a realidade quanto ao uso desses produtos por esse público-alvo", afirmou.
De acordo com a Vigilância Sanitária de Palmas, até meados de junho de 2022 foram apreendidos mais de 1.600 produtos, derivados ou não do tabaco, em mais de 90 ações de fiscalização e monitoramento na Capital.
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